Pastor Arlindo Barreto batalha em Sodoma e vence na Gomorra Européia

O campo da nossa batalha – Amsterdam

Ao lado das tulipas, dos tamancos e dos moinhos, a cidade de Amsterdã tem outros chamarizes turísticos de natureza bem menos singela. Um são as drogas: é o único lugar do mundo onde existem bares para fumar maconha. Outro é a prostituição, lendária tradição nessa cidade portuária desde os tempos em que os holandeses faziam parte da confraria dos grandes navegadores e piratas do mar.

O ponto de partida é o fim do século XVI, quando o país se transferiu do catolicismo, comparativamente mais tolerante com a questão, para o rigor do protestantismo. Nos 200 anos seguintes, a prática passou por períodos de maior ou menor repressão até ser difundida em toda a Holanda sob o controle Nazista. Nos últimos vinte anos, a gerência dos prostíbulos saiu das mãos de velhas cafetinas holandesas para as de obscuras figuras do Leste Europeu, envolvidas em lavagem de dinheiro e tráfico de mulheres. Boa parte dos problemas é conseqüência do excesso de liberalidade. O objetivo da legalização da prostituição foi dar maior segurança às mulheres. Como efeito colateral houve a explosão no número de bordéis e o aumento na demanda por prostitutas. Elas passaram a ser trazidas – nem sempre voluntariamente – das regiões mais pobres, como a África, a América Latina e o Leste Europeu. A tolerância em relação à maconha, iniciada nos anos 70, criou dois paradoxos. O primeiro decorre do fato de que os bares podem vender até 5 gramas de maconha por consumidor, mas o plantio e a importação da droga continuam proibidos. Ou seja, foi um incentivo ao narcotráfico. O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. Deu certo em parte. Apenas três em cada 1.000 holandeses fazem uso de drogas pesadas, menos da metade da média da Inglaterra, da Itália e da Dinamarca. O problema é que Amsterdã, com seus coffee shops, atrai turistas da droga dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa. ‘Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades

Nosso alvo

Somente na capital, Amsterdam, estimam-se cerca de 25 mil “trabalhadoras” que trabalham em uma das 18 áreas na cidade, regulamentadas para isso, a maior delas, o chamado Red Light District (De Wallen). O aluguel de uma janela (sim, estão expostas como carne no açougue) pelo turno de 8 horas,  custa cerca de EURO 250. Calculando que um programa de 25 minutos custa em média EURO 50, ela precisa transar com no mínimo 5 caras, para empatar! A partir daí começam a ganhar dinheiro. Muitas delas chegam a tirar (livre) cerca de EURO 10 mil por mês

Nossa estratégia

Treinamento -Estamos diariamente treinando, capacitando jovens no evangelismo ensinando-os a contextualizar a palavra de Deus com arte e criatividade.

Oração/Intercessão- Estamos disciplinadamente (diariamente), fazendo um período devocional, de oração e intercessão onde nos consagramos para a batalhas

Cultos – Realizamos até o momento três cultos com tradução simultânea e mais de 27 almas renderam-se ao Senhor Jesus.

Espetáculo Evangelístico – Decidimos organizar (no mesmo molde que fizemos em Orlando – The Choice- A Escolha) , um espetáculo denominado “Batalhando em Sodoma e Vencendo em Gomorra” que trata das experiências e ensinos obtidos através dos últimos 10 anos por uma comunidade de cristãos plantada bem no meio da cidade de Amsterdam na Holanda. Uma cidade conhecida no mundo inteiro pelas drogas, homossexualismo e prostituição vivida em alto grau de liberdade. Uma cidade que levou o apelido de Sodoma e Gomorra, numa alusão as duas extintas cidades relatadas nos capítulos 18 e 19 do livro do Gênesis, cujo autor do texto é o próprio pastor presidente da Comunidade Evangélica de Amsterdam

Nosso desafio

Nosso desafio não é apenas ganhar os perdidos, mas ensiná-los a amar ao Senhor e amar com amor incorruptível!

O dentistas,Dr. Diego Barreto(meu filho) e Tatiana Rocha(noiva) atendem muitas ex-prostitutas minimizando o sofrimento e demonstrando de forma bem concreta e palpável

“A prostituição não se reduz a um ato individual de uma pessoa que aluga o seu sexo por dinheiro. É uma organização comercial com dimensões locais, nacionais, internacionais e transnacionais onde existem quatro parceiros: pessoas prostituídas, cafetões (inas), clientes e o demônio.”

Pastor Arlindo Barreto .

Ps- Orem pelos pastores e suas famílias,pois a opressão neste lugar é violenta.